Foto de mesa com notebook aberto em tela do Notion onde se lê "Projetos"

2020, um ano pra nunca esquecer

Faltam menos de duas semanas para terminar 2020, um ano pra nunca esquecer.

Vivemos a experiência de uma pandemia global. Sofremos perdas. Estivemos fisicamente mais distantes uns dos outros. Vimos o desemprego disparar e muitas famílias e negócios em apuros. Uma sociedade fragmentada por fanatismos divergentes, como se política fosse futebol, no momento em que mais precisávamos nos unir pelo bem comum. Muita incerteza e, consequentemente, desinformação pautando discussões acaloradas e, quase sempre, rasas e improdutivas.

Para a humanidade, definitivamente 2020 não foi um ano bom.

Apesar desse contexto difícil, quando faço o exercício de colocar uma lupa sobre a minha vida apenas, o que percebo é que foi um ano muito bom pra mim. Um ano pra nunca esquecer, mas num sentido positivo.

Com um pouquinho de culpa pelo egoísmo de estar comemorando minhas conquistas individuais quando o mundo inteiro continua um caos, vou registrar aqui algumas experiências que fizeram de 2020 um ano de virada pra mim1.

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Eu lendo um paper sentada no chão da sala

Um balanço dos três primeiros meses do meu gap year

Clichês existem por um motivo, e eu não posso resistir a um clássico pra começar este relato: como o tempo passa rápido, gente!

Em abril iniciei um período sabático que não é sabático. Tipo o suco de tamarindo que tem gosto de limão, do Chaves.

Já se passaram quase 100 dias, mas pra mim parece até que passou mais!

Aproveitei o marco pra fazer um balanço sobre o que rolou nos últimos três meses, entrar nos detalhes e compartilhar com vocês as conquistas e aprendizados desse período.

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Foto de Isabella Paschuini com livros ao fundo para a capa do artigo sobre como planejou um período sabático

Como me planejei para um período sabático

Há pouco mais de um mês iniciei algo inédito na minha vida pessoal e profissional: um período sabático.

Vou ser sincera com vocês, não gosto muito da palavra “sabático”. Ela vem do hebraico shabat e significa descanso, o que, como vocês vão ver, não é exatamente o que acontece no meu dia a dia. Então tenho preferido falar que iniciei um gap year*.

Sabático ou gap year, o fato é que ter tomado essa decisão não foi algo simples. Envolveu muito planejamento e preparação. Não à toa, ao contar meus planos para as pessoas, a reação mais comum tem sido:

— Nossa, admiro sua coragem!

Sei que muitos têm vontade de fazer essa mesma loucura um dia, então resolvi dar uma visão geral dos principais pontos que me motivaram a planejar esse período. Sinto que aprendi bastante com o processo e quero compartilhar o que foi essencial para que esse plano “corajoso” se tornasse realidade.

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