O gap year acabou?

O gap year ainda não acabou, mas está perto de.

Meu sabático não sabático, ou gap year como gosto de falar, terá durado pouco mais de 1 ano e 5 meses quando ele “oficialmente” se concluir em setembro próximo e eu der início a uma nova fase da minha carreira: o Master of Science (MSc) in Behavioural Science na London School of Economics. (Este texto tá um pouco mais sério e sem exclamações que o normal, mas – sério – eu tô MUITO feliz com essa próxima etapa!)

Essa etapa acadêmica tem duração definida: 1 ano. O que vai acontecer depois ainda não sei – apesar de gostar de planejar cada passo, quero aproveitar este período pra explorar caminhos possíveis e estar aberta a possibilidades na nova fase da minha carreira como cientista comportamental.

Nos últimos dias, recapitulando o que me motivou a começar esse gap year e já antecipando um balanço antes/depois, vejo como tive sorte em ver as coisas dando certo diante das incertezas desse nosso mundo.

Quando planejei esse período da minha vida, defini quatro frentes que pretendia explorar, conhecer e me desenvolver:

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Eu lendo um paper sentada no chão da sala

Um balanço dos três primeiros meses do meu gap year

Clichês existem por um motivo, e eu não posso resistir a um clássico pra começar este relato: como o tempo passa rápido, gente!

Em abril iniciei um período sabático que não é sabático. Tipo o suco de tamarindo que tem gosto de limão, do Chaves.

Já se passaram quase 100 dias, mas pra mim parece até que passou mais!

Aproveitei o marco pra fazer um balanço sobre o que rolou nos últimos três meses, entrar nos detalhes e compartilhar com vocês as conquistas e aprendizados desse período.

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Foto de Isabella Paschuini com livros ao fundo para a capa do artigo sobre como planejou um período sabático

Como me planejei para um período sabático

Há pouco mais de um mês iniciei algo inédito na minha vida pessoal e profissional: um período sabático.

Vou ser sincera com vocês, não gosto muito da palavra “sabático”. Ela vem do hebraico shabat e significa descanso, o que, como vocês vão ver, não é exatamente o que acontece no meu dia a dia. Então tenho preferido falar que iniciei um gap year*.

Sabático ou gap year, o fato é que ter tomado essa decisão não foi algo simples. Envolveu muito planejamento e preparação. Não à toa, ao contar meus planos para as pessoas, a reação mais comum tem sido:

— Nossa, admiro sua coragem!

Sei que muitos têm vontade de fazer essa mesma loucura um dia, então resolvi dar uma visão geral dos principais pontos que me motivaram a planejar esse período. Sinto que aprendi bastante com o processo e quero compartilhar o que foi essencial para que esse plano “corajoso” se tornasse realidade.

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